sundown

o facebook chama-lhe inferno

ao local de onde escrevo os meus posts.

só consigo ver dois motivos para tal identificação:

  • a quantidade de bicharada que por aqui mora - escorpiões (visitas regulares nos alpendres), baratas de 6cm, cobras (ainda não as vi, mas há quem jure ter visto várias), e outros mais que não faço ideia do que são mas quase que são bonitos;
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  • e as cores que a terra assume e o verde que se mistura com os dourados, quando o céu se transforma depois de molhar a terra e o sol perde a vergonha e passa por cá para dizer até amanhã.
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eu chamo-lhe oportunidade. de repetir motivos de outra perspectiva. de procurar a cada dia diferentes motivos. de usar diferentes recursos para o mesmo. 

ver o sol desaparecer

sábado, 30 de novembro, as férias estavam a acabar mas antes, numa última tentativa de construir memórias da natureza de áfrica, um Sundowner Cruise no rio Zambezi.

a luz do sol cruza-se com sombras. as cores ganham mais vida, enquanto esperamos que o sol diga até amanhã.

mas antes do sol se esconder, assistimos a mais alguns episódios com animais, nenhum deles novidade. hipopótamos, pássaros e elefantes. os elefantes viajam ao longo do dia entre a Zâmbia e o Zimbabwe, afinal para eles isso das fronteiras é uma coisa que não existe. e foram os elefantes que nos mostraram um episódio curioso, a forma como sobem e descem degraus.

lá apareceu o momento em que se escondeu o sol. os laranjas. os laranjas de áfrica.