afinal na cidade ainda há tradição

deste lado são 23h23. sai para me sentar na rua a fumar um cigarro e oiço o som que vem do musseke. hoje, ao contrário dos outros dias, não o barulho da kizomba ou do kuduro que invade o condomínio. hoje é o som de dança tradicional. os batuques, as vozes, as palmas. é o som do que de mais puro se encontra numa comunidade: a sua cultura.

e a minha vontade é a de ficar aqui a ouvi-los a noite inteira, enquanto imagino o que celebram.

(estou em Luanda há dois anos, viajo para Luanda há 7, e esta é a primeira vez que escuto a tradição)

n' aldeia

n' aldeia

Sub-17 a caminho de Alcobendas