sangano

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a pouco mais de 100km de Luanda, 2h de viagem na ida, até 4h no regresso (sim, leram bem, 4 horas!) estão duas das praias mais concorridas para fins-de-semana ou apenas um dia de praia (entenda-se: sair de casa às 7:30 para chegar cedo e sair da praia às 15h/16h para tentar demorar menos de 4h no regresso). foi nesta praia que encontrei a menina das brincadeiras simples, há pouco mais de um mês. e é também nesta praia que elas e eles aparecem de balde ou alguidar na mão, com quitetas, com peixe, com tudo o que o mar lhes oferece para venderem aos muitos potenciais clientes que a visitam ao fim-de-semana.

desta vez o regresso não foi no sábado. no sábado foi dia de observar o sol a dourar o mar, ao mesmo tempo que nos torna mais iguais entre todos, porque as sombras não mostram diferenças e na forma pouco nos diferencia entre nós.

no sábado foi dia de ficar a ver o sol cair e encontrar o mar. a noite a tomar conta da areia, do oceano, de nós.

e no domingo, bem cedo, antes das pessoas da cidade invadirem o espaço, foi tempo de aproveitar o que de bom (ainda) existe em estar a 100km da cidade: a paz, os sons, os cheiros.

o tempo que passa devagar e à nossa mercê.

a Ana Paula descobre o mundo nas costas da mãe

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o futuro de Angola

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